Ana Caroline Guimarães Cunha – 2009
Aprovada em letras na USP, cursando o 1º ano
R. Para a USP e a UNESP. Passei nas duas. R. Assustadora! Professores diferentes dos quais estava acostumada, mas também muito bons! Na faculdade não tem ninguém te olhando, cobrando a lição. Por isso, acabamos desenvolvendo mais responsabilidade. Como estudo à noite, acabei estranhando ainda mais, pois quase todo mundo trabalha, é mais velho. R. Não, mas pretendo fazer. Estou fazendo um curso no CEDAP que dá dicas de estágio e inclui seu nome no Banco Nacional de Estágios. R. Tenho me preocupado muito com meu rendimento nos estudos. Tenho de atingir uma nota razoável para conseguir escolher minha língua de habilitação no ranqueamento.[1] Pretendo fazer habilitação em italiano. R. Sim, hoje não podemos parar de estudar! Quero fazer uma pós-graduação em Estudos Clássicos, mas é muito cedo, acabei de entrar na faculdade. Ainda não é certeza. R. Eu indicaria o Gibran sim, é uma ótima escola! O ensino é bom, de nível e tem ótimos professores. Eu poderia citar o Rodrigo Brucoli, o Nogueira, o Rodrigo Mendes e a Regina. Com a Regina aprendi Matemática muito bem. Cheguei até a participar das Olimpíadas! R. História, Redação, Literatura, toda parte de humanas! As aulas do professor Nogueira realmente funcionam! Depois de muito tempo você ainda lembra delas!. R. Só ficaram boas lembranças! As aulas de literatura em que viajávamos, a ida ao Fórum com professor Nogueira, o cruzeiro de formatura com a professora Regina, o a atenção da Marilda, as aulas de CAE que adorava, o carinho da professora Patrícia... Lembro-me também dos eventos, como a Festa junina e o Rali cultural, em que sempre me envolvia muito. R. A maior é me acostumar com o horário de aula. Estudei a vida inteira no período da manhã, e agora estudar à noite tem me confundido um pouco. R. Gostei muito do 3º ano EM. Sempre me lembro das aulas de Literatura e de Redação. Sinto falta. Marcou muito também a formatura do 9º ano e a transição para o Ensino Médio. R. Pretendo dar aulas enquanto tiver de fazer estágio. Depois pretendo trabalhar com tradução e revisão de textos. R. Sim, pretendo fazer intercâmbio pela USP por meio do programa de cooperação internacional. O meu objetivo é ter diploma validado pelas duas universidades. R. O Gibran foi muito importante. Lá conheci ótimas pessoas que ajudaram não só na minha formação estudantil, mas também na minha formação pessoal. Nos momentos difíceis, de crises, de mudanças, enfim, era toda a estrutura do Gibran que estava lá para me ajudar a superar as dificuldades. R. Estudei no Gibran do 3º ao 9º ano. No começo do ano fui para outro colégio. Não havia nada contra o Gibran, apenas queria vivenciar uma coisa nova, sair. No outro colégio tive dificuldades de me adaptar ao ambiente e, no 2º ano do EM, voltei ao Gibran. [1] A escolha da segunda língua no curso de Letras é feita a partir do “ranqueamento” do aluno. É calculada uma média ponderada de todos os alunos e os que a tiverem mais alta têm prioridade na escolha do curso.
É o material que mais aprova no Estado de São Paulo.
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